Blog Mauricio Ruiz

Mr Sucesso – Informações Cotidianas

A Parábola da Rosa

Reblogged from Jean Tiarajú:

Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente. Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou: “Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?” Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e antes mesmo de estar pronta para desabrochar ela morreu. Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: São as qualidades dadas por Deus. Dentro de cada …

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A Janela

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.janela
Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias… E todas as tardes, quando o homem da cama perto dajanela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar: Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.

A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.
… Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

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Trabalhando equipes usando Modelos Mentais

Modelos mentais definem como cada indivíduo irá perceber o que está acontecendo à sua volta, como irá se sentir com isso, como ele pensa e, finalmente como irá agir. Ele é resultante de todas experiências, história de vida e situações que cada um de nós tivemos.
Dessa forma, por natureza uma equipe possui pessoas de áreas diferentes, com conhecimentos diferentes e que pensam de maneiras diferentes, chegando a conflitos e incertezas, mas tudo isso acontece porque todos possuem modelos mentais diferentes.
Para Peter M. Senge, a definição de modelos mentais se caracteriza como pressupostos profundamente arraigados, generalizações, ilustrações, imagens ou histórias que influem as nossas maneira de compreender o mundo e nele agir, pensando dessa forma podemos refletir esses modelos mentais dentro do trabalho em equipe. Primeiramente aceitar que pessoas pensam de maneiras diferentes, e não encarar isso de maneira negativa, mas sim positiva porque abre uma margem para usar estes modelos em favor da equipe e resolução de problemas. Um gestor pode trabalhar modelos mentais diferentes em um problema e chegar a uma solução mais rapidamente e com uma qualidade superior.
Trabalhar modelos mentais é uma oportunidade dentro de qualquer projeto ou trabalho para ganhar produtividade, qualidade, engajamento e satisfação, mas se não for bem aplicada pode gerar exatamente o oposto, gerando o desgaste da equipe.

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O Barulho da Carroça

Uma certa manhã o meu pai, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Paramos em uma clareira e depois de um pequeno silêncio ele me perguntou:

Além dos passaros cantando, estas a ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos durante alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo o barulho de uma carroça…
- Então meu Pai disse… Isto mesmo está ouvindo uma carroça vazia ….

Perguntei ao meu pai:

- Como sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

- Ora, respondeu o meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!

aos gritos

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MODELOS MENTAIS

Você já ouviu falar sobre Modelos Mentais?

Você sabe como estes Modelos Mentais vão parar no nosso inconsciente?

Você sabia que estes Modelos Mentais ficam esperando para interpretar o que vemos, ouvimos e sentimos no mundo a nossa volta?

O Ser Humano, não lida com a Realidade, na verdade lidamos com a ideia que temos da realidade através de nossos modelos mentais…

São nossos Modelos Mentais que regulam nossa comunicação com o mundo, e com todas as pessoas a nossa volta.

Quando ouvimos alguém fazer um comentário sobre algo, seja na escola, no trabalho, na família ou no grupo social; interpretamos o significado disto usando nossos filtros particulares  chamados Modelos Mentais.

É por causa dos Modelos Mentais que quando as pessoas contam uma história que ouviram ou quando falam de algo que viram, sempre há uma mudança na descrição, causada por estes filtros.

Existe um ditado que afirma: “Quem conta um conto, aumenta um ponto”.

Entender como se processam os  Modelos Mentais é fundamental para o entendimento entre as pessoas e respeitar o modelo de mundo de outras pessoas.

Futuramente postarei sobre este importante tema para a compreensão de todos os seres humanos.

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O Pote Rachado

potes

Havia na Índia um carregador de água que transportava – em ambas as pontas de uma vara que levava atravessada no pescoço – dois potes grandes de barro. Um dos potes tinha uma racha e o outro era perfeito. O pote perfeito chegava sempre cheio ao final do longo caminho que ia do poço até à casa do patrão. Mas o pote rachado chegava apenas com metade da água.
E assim, durante dois anos, o carregador entregou diariamente um pote e meio de água em casa do seu senhor. O pote perfeito, é claro, estava orgulhoso do seu trabalho.
O pote rachado, porém, estava envergonhado da sua imperfeição. Sentia-se miserável por apenas ser capaz de realizar metade da tarefa a que estava destinado. Depois de perceber que, ao longo de dois anos, não tinha passado de uma amarga desilusão, o pote disse um dia ao homem, à beira do poço:

- Estou envergonhado e quero pedir-te desculpa. Durante estes dois anos só entreguei metade da minha carga, porque a minha racha faz com que a água se vá derramando ao longo do caminho. Por causa do meu defeito, tu fazes o teu trabalho e não ganhas todo o salário que os teus esforços mereciam. O homem ficou triste com a tristeza do velho pote, e disse-lhe com compaixão:

- Quando voltarmos para casa do meu senhor, quero que repares nas flores que se encontram à beira do caminho. De facto, à medida que iam subindo a montanha, o pote rachado reparou em que havia muitas flores selvagens à beira do caminho e ficou mais animado.
Mas no final do percurso, tendo-se vazado mais uma vez metade da água, o pote sentiu-se mal de novo e voltou a pedir desculpa ao homem pela sua falha. Então, o homem disse ao pote:

- Reparaste em que, ao longo do caminho, só havia flores de teu lado? Reparaste também em que, quando vínhamos do poço, todos os dias, tu ias regando essas flores? Ao longo de dois anos, eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Se tu não fosses assim como és, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

(Autor desconhecido)

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Feijões ou Problemas

Feijões ou Problemas.

Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor.

Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia sucedê-lo. Para sanar as dúvidas,

o mestre lançou um desafio, para colocar a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro

dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha.

Dia e hora marcados, começa a prova. Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.

No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor.

Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.

Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o óbvio anúncio.

Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:

- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei – foi a resposta.

Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.

Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina….

APRENDA A COZINHAR SEUS FEIJÕES!!!!

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Fábula da Convivência

Durante uma glaciação muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então, que uma grande vara de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais.

porcos-espinhos

Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e, juntos, bem unidos
agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando

por mais tempo aquele
inverno tenebroso.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram

a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão

de vida ou morte.

Afastaram-se feridos, magoados, sofridos.

Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus
semelhantes.

Doíam muito… Mas, essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.

porco_espinho01

Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precaução, de tal forma que, unidos, cada qual conservou uma distância do
outro, mínima mas o suficiente para conviver sem ferir,

para sobreviver sem
magoar, sem causar danos recíprocos.

Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios.
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar.
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração.
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor.
É fácil sentir o amor, difícil é conter a sua torrente.

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Metáfora da Semana

Trocando de roupa

Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio fedia!

O capitão chama o imediato:

- Mr. Simpson, o navio fede. Mande os homens trocarem de roupa!

Responde o imediato:

- Sim, sim, Sir. E parte para reunir os seus homens e diz:

- Marinheiros, o capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa. David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan … e assim prosseguiu.

Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao capitão e diz:

- Sir, todos já trocaram de roupa.

O capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

Bounty_motim.jpg

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Método Feldenkrais, e a Psicoterapia

 

“Não quero corpos flexíveis e sim mentes flexíveis”

Moshe Feldenkrais
Essa foi uma das afirmações usadas por Feldenkrais para ilustrar seu método,  aparentemente corporal,  já que utiliza o corpo como veículo, porém amplia a percepção e o uso consciente de si mesmo na vida.
O Método Feldenkrais hoje possui todo um embasamento científico após tantas descobertas sobre a neuroplasticidade, ou seja, capacidade adaptativa do nosso sistema nervoso de acordo com nossas experiências.
 Nosso cérebro possui aproximadamente cem bilhões de neurônios que se interconectam, formando circuitos no nosso cérebro. O que os neurocientistas conseguem comprovar hoje é que estes circuitos podem se modificar de acordo com os estímulos recebidos.
Durante muito tempo acreditou-se que o cérebro era algo rígido, com suas conexões e padrões fixos. O avanço das neurociências comprovou quão grande é a capacidade plástica do cérebro, e esta plasticidade se dá pela experiência.
Se você tem uma memória corporal muito forte de dor,  há uma tendência em transformar todos os estímulos que chegam ao seu corpo em dor;  a partir de uma experiência ainda não codificada pelo seu cérebro, ou reconhecida como algo novo, esses circuitos se modificam e você pode criar um novo circuito, neste caso vinculado ao prazer, e isso ocorre a nível químico e tecidual do seu cérebro!!

Essas nuances cerebrais são apenas uma parte do Feldenkrais.

Então o que é FELDENKRAIS???

Talvez uma das tarefas mais difíceis para um professor seja defini-lo…estou tentando encontrar uma definição na qual ele caiba….mas não encontro.

É físico?

É mental?

É meditativo?

Espiritual?

Psíquico?

Talvez tudo isso…talvez nada disso….

Gosto muito da afirmação dele:

“Tornar o impossível possível, o possível fácil e o fácil prazeroso e estético”.

 Nas lições de Consciência pelo Movimento, os movimentos são realizados sem esforço, de acordo com o ritmo de cada aluno.  Não há preocupações com resultados e sim com a percepção do que se faz e como.   O que se considerava certo ou errado,  passa a ser possibilidades de realizar algo de formas diversas.

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